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Método Contraceptivo Hormonais Combinados.

Dispositivo de silicone transparente e maleável com cinco centímetros de diâmetro, que combina dois hormônios – etonogestrel e etinilestradiol. Não interfere na relação sexual.

Posologia

Você deverá inserir o anel vaginal no primeiro dia da menstruação e deixá-lo no local durante três semanas seguidas. Ele vai liberar doses contínuas dos dois hormônios. Depois da terceira semana, você poderá retirar para uma pausa de sete dias. Durante esse intervalo sem o anel, ocorrerá a menstruação. Após esse procedimento, um novo anel deverá ser recolocado para a continuidade do tratamento.

Eficácia

Tem a mesma eficácia e funciona como as pílulas combinadas. O mesmo anel é mantido dentro da vagina durante 3 semanas seguidas. A liberação dos dois hormônios sexuais femininos que vão para a corrente sanguínea impede a liberação do óvulo pelos ovários. Assim como os outros métodos hormonais combinados, não deve ser usado durante os primeiros seis meses de amamentação. A fertilidade volta com a suspensão do tratamento.

Efeitos colaterais

Os efeitos colaterais mais comuns são: aumento da secreção vaginal, dor de cabeça, dor nas mamas e alterações de humor.

Contraindicações

São as mesmas válidas para todos os métodos hormonais combinados. Não deve ser usado por mulheres com histórico de trombose venosa (trombose venosa profunda ou embolia pulmonar), trombose arterial (infarto do miocárdio ou derrame cerebral), hipertensão arterial, doenças do fígado, dores de cabeça (enxaqueca) com alterações neurológicas, tumores hormônio dependentes e diabetes com complicações, além de fumantes com idade acima de 35 anos.

Em relação aos métodos hormonais combinados, listamos as contraindicações que são válidas para, praticamente, todos os casos. Veja:

  • Mulheres fumantes com mais de 35 anos;
  • Histórico de ataque cardíaco (infarto do coração) ou derrame cerebral;
  • Histórico de coágulos em veias profundas nas pernas (trombose venosa), nos pulmões (embolia pulmonar) ou em outras partes do corpo;
  • Diagnóstico ou suspeita de câncer de mama ou do útero, cérvice ou vagina, ou outro tipo de câncer dependente de estrogênios;
  • Sangramento vaginal não esclarecido;
  • Hepatite (inflamação do fígado), icterícia durante a gravidez ou durante uso prévio de contraceptivos hormonais;
  • Insuficiência hepática e doença hepatocelular aguda ou crônica com função hepática anormal;
  • Tumor hepático (benigno ou maligno);
  • Gravidez suspeita ou confirmada;
  • Hipertensão arterial (pressão alta) com níveis persistentes de pressão arterial sistólica ≥ 140 mmHg ou pressão diastólica ≥ 90 mmHg;
  • Diabetes com complicações nos rins, olhos, nervos ou vasos sanguíneos;
  • Enxaquecas (dores de cabeça) com sintomas neurológicos;
  • Doença das válvulas do coração com complicações.

#VamosDecidirJuntos

Lembre-se: O mais importante é conversar com seu médico e seu parceiro e juntos escolherem o método mais indicado para seu perfil e momento de vida.

Agende uma consulta com a Dra. Nadia Pavarini

Fonte: Febrasgo, www.vamosdecidirjuntos.com.br, portal.anvisa.gov.br, contracepcao.org.br, sobrac.org.br, portalsaude.saude.gov.br, ibge.gov.br

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