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Método Contraceptivo Hormonais Combinados.

Tem a combinação de dois hormônios, um estrogênio e um progestagênio. Existem diferenças nas fórmulas das diferentes marcas disponíveis no mercado. O efeito dura cerca de 30 dias e a aplicação é mensal. O mecanismo baseia-se no bloqueio da ovulação, transformação endometrial e espessamento do muco cervical.

Posologia

Você deverá aplicar em uma farmácia, com a apresentação da receita médica. A injeção é intramuscular e a primeira dose será entre o primeiro e o quinto dia da menstruação. A segunda dose e as subsequentes devem ocorrer a cada 30 dias.

Eficácia

Sua eficácia é alta. Assim como os outros métodos combinados, não pode ser aplicada durante os primeiros seis meses de amamentação e seu uso deve ser indicado pelo ginecologista.

Efeitos colaterais

Os efeitos colaterais mais comuns são: sangramento vaginal, dor de cabeça, alteração de humor e dor nas mamas.

Contraindicações

Como o anticoncepcional injetável mensal contém uma combinação de dois hormônios femininos (estrogênio e progestagênio), as precauções relacionadas ao seu uso são similares às precauções com o uso de pílulas combinadas. Entre as principais estão: mulheres com histórico de trombose venosa (trombose venosa profunda ou embolia pulmonar), trombose arterial (infarto do miocárdio ou derrame cerebral), hipertensão arterial, doenças do fígado, dores de cabeça (enxaqueca) com alterações neurológicas, tumores hormônio dependentes e diabetes com complicações, além de fumantes com idade acima de 35 anos.

Em relação aos métodos hormonais combinados, listamos as contraindicações que são válidas para, praticamente, todos os casos. Veja:

  • Mulheres fumantes com mais de 35 anos;
  • Histórico de ataque cardíaco (infarto do coração) ou derrame cerebral;
  • Histórico de coágulos em veias profundas nas pernas (trombose venosa), nos pulmões (embolia pulmonar) ou em outras partes do corpo;
  • Diagnóstico ou suspeita de câncer de mama ou do útero, cérvice ou vagina, ou outro tipo de câncer dependente de estrogênios;
  • Sangramento vaginal não esclarecido;
  • Hepatite (inflamação do fígado), icterícia durante a gravidez ou durante uso prévio de contraceptivos hormonais;
  • Insuficiência hepática e doença hepatocelular aguda ou crônica com função hepática anormal;
  • Tumor hepático (benigno ou maligno);
  • Gravidez suspeita ou confirmada;
  • Hipertensão arterial (pressão alta) com níveis persistentes de pressão arterial sistólica ≥ 140 mmHg ou pressão diastólica ≥ 90 mmHg;
  • Diabetes com complicações nos rins, olhos, nervos ou vasos sanguíneos;
  • Enxaquecas (dores de cabeça) com sintomas neurológicos;
  • Doença das válvulas do coração com complicações.

#VamosDecidirJuntos

Lembre-se: O mais importante é conversar com seu médico e seu parceiro e juntos escolherem o método mais indicado para seu perfil e momento de vida.

Agende uma consulta com a Dra. Nadia Pavarini

Fonte: Febrasgo, www.vamosdecidirjuntos.com.br, portal.anvisa.gov.br, contracepcao.org.br, sobrac.org.br, portalsaude.saude.gov.br, ibge.gov.br

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