Adesivo Transdérmico

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Método Contraceptivo Hormonais Combinados.

Fórmula com a combinação de dois hormônios – norelgestromina e etinilestradiol. Os hormônios são absorvidos através da pele e liberados na circulação de forma contínua por sete dias.

Posologia

Este método anticoncepcional utiliza um ciclo de 28 dias (quatro semanas). Você deverá colocar o adesivo na pele e trocar semanalmente durante três semanas (total de 21 dias), deixando a quarta semana sem adesivo. A menstruação ocorrerá na semana livre de adesivo. Cada novo adesivo deverá ser aplicado no mesmo dia da semana e ele será chamado de “Dia de Troca”.

Local de aplicação

Poderá ser colocado em diversas partes do corpo. Não é recomendado na região das mamas, nem em locais que tenham contato direto com roupas apertadas.

Eficácia

É muito eficaz para prevenção da gravidez de mulheres com peso adequado. Os estudos realizados com o adesivo sugerem que sua eficácia pode ser reduzida em mulheres com peso igual ou acima de 90kg.

Efeitos colaterais

Dor mamária, dor de cabeça, náuseas e irritação da pele no local da aplicação.

Contraindicações

São as mesmas válidas para todos os métodos hormonais combinados, ou seja, não deve ser usado por mulheres com histórico de trombose venosa (trombose venosa profunda ou embolia pulmonar), trombose arterial (infarto do miocárdio ou derrame cerebral), hipertensão arterial, doenças do fígado, dores de cabeça (enxaqueca) com alterações neurológicas, tumores hormônio dependentes e diabetes com complicações, além de fumantes com idade acima de 35 anos.

Em relação aos métodos hormonais combinados, listamos as contraindicações que são válidas para, praticamente, todos os casos. Veja:

  • Mulheres fumantes com mais de 35 anos;
  • Histórico de ataque cardíaco (infarto do coração) ou derrame cerebral;
  • Histórico de coágulos em veias profundas nas pernas (trombose venosa), nos pulmões (embolia pulmonar) ou em outras partes do corpo;
  • Diagnóstico ou suspeita de câncer de mama ou do útero, cérvice ou vagina, ou outro tipo de câncer dependente de estrogênios;
  • Sangramento vaginal não esclarecido;
  • Hepatite (inflamação do fígado), icterícia durante a gravidez ou durante uso prévio de contraceptivos hormonais;
  • Insuficiência hepática e doença hepatocelular aguda ou crônica com função hepática anormal;
  • Tumor hepático (benigno ou maligno);
  • Gravidez suspeita ou confirmada;
  • Hipertensão arterial (pressão alta) com níveis persistentes de pressão arterial sistólica ≥ 140 mmHg ou pressão diastólica ≥ 90 mmHg;
  • Diabetes com complicações nos rins, olhos, nervos ou vasos sanguíneos;
  • Enxaquecas (dores de cabeça) com sintomas neurológicos;
  • Doença das válvulas do coração com complicações.

#VamosDecidirJuntos

Lembre-se: O mais importante é conversar com seu médico e seu parceiro e juntos escolherem o método mais indicado para seu perfil e momento de vida.

Agende uma consulta com a Dra. Nadia Pavarini

Fonte: Febrasgo, www.vamosdecidirjuntos.com.br, portal.anvisa.gov.br, contracepcao.org.br, sobrac.org.br, portalsaude.saude.gov.br, ibge.gov.br

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